quinta-feira, 10 de março de 2011

O Centro de Bogotá: um grande ''canteiro de obras''...

O Centro da capital colombiana, local escolhido para o nosso primeiro passeio, virou um grande canteiro de obras. Informações dos jornais locais vão de 100 a 200 obras diferentes, o que causa inúmeras reclamações dos moradores locais...
Alcnol.
PS: A imagem desta Avenida não parecerá muito estranha aos moradores de Curitiba-PR...
PS2: O que esta obra representa, nós revelaremos adiante...

Informações prévias sobre Bogotá...

Chegada- A informação que li em um blog de outro viajante que esteve em Bogotá( Colômbia )acabou sendo bastante útil. O que ele disse: não aceite ofertas de táxi no Aeroporto de El Dorado. Dirija-se a um guichê na ponta do terminal, ao lado de uma fileira de táxis de cor amarela( a cor oficial dos táxis na capital colombiana).
Pegar um dos táxis ''piratas'' pode ser bastante desconfortável e perigoso...
O preço dos táxis amarelos( oficiais)varia conforme a distância. No meu caso, paguei a módica quantia de $ 24.000( mais ou menos R$ 24, 00- menos do que pago para ir ao Aeroporto de Congonhas, em São Paulo...). Do hotel para o Aeroporto, no dia da saída, foi ainda menos: $ 20.000( vinte mil pesos, ou R$ 20,00 ). E esta foi, salvo uma pequena exceção, a corrida mais cara que fiz em Bogotá...

Câmbio- A moeda colombiana é o peso. Nos jornais, as cotações oscilam até $ 1.100 por R$1,00- mas as casas de câmbio costumam oferecer cotações bem menores. No Aeroporto, troquei reais a $ 970 ( novecentos pesos colombianos ). Em outras casas de câmbio( em Shoppings ou no Centro Internacional- setor que abriga bancos e escritórios no centro da cidade de Bogotá)as cotações foram ainda menores: oscilaram entre $ 950 e até mesmo $ 900 ( Shopping Andino ). Para efeitos práticos, mentalmente- a cada gasto- considerava a cotação de $ 1.000 por R$ 1 ( mil pesos colombianos = um real ).

Fuso Horário- Saindo às 12 h, 30 m de Guarulhos- com previsão de um vôo de 5 h, 20 m- já fazia cálculos no avião de uma possível chegada no final da tarde( na hora do ''rush'', 19 h, 30 m). Só esqueci um pequeno ''detalhe'': Bogotá tem outro fuso horário. Duas horas a menos do que em São Paulo...Motivo pelo qual chegamos na verdade às 17 h, 30 m...
Para evitar novas confusões, inclusive na hora de voltar para o Brasil, acertei meu relógio para o horário local( menos duas horas)...

Clima- Cercada de montanhas, Bogotá tem um clima moderado o ano todo. Nesta época- início de março- estávamos no início do Inverno, com muitas chuvas e temperaturas oscilando na casa de 10 a 17 graus C. ''Frio'' para muitos brasileiros, mas prefiro a qualificação de uma TV Argentina( abaixo de 10 graus é ''frio'', e acima é ''fresco''...).
Na prática, o tempo de Bogotá é bastante INSTÁVEL nesta época, mudando o tempo inteiro. Muitas vezes o dia começa com sol, fecha em questão de minutos, cai uma tempestade ou chuva fina, e esfria bastante à noite...Quem vive em São Paulo ou nas cidades do Sul do Brasil não estranhará tantas variações climáticas, que nos obrigam a sair com um ''guarda-roupa'' inteiro para não sermos surpreendidos...
Um bom guarda-chuvas( ''paraguas'', em espanhol)é indispensável...
A temperatura MÉDIA em Bogotá durante o ano é de 13,5 graus centígrados.
Surpreendentemente os jornais colombianos não tem, ao contrário dos nossos, previsões de tempo nas suas páginas. Talvez exatamente porque seja impossível prever o tempo em Bogotá...

Altura( sobre o nível do mar):
Bogotá- 2640 m
Cerro de Monserrate( ponto turístico da cidade)- 3190 m

No decorrer dos seguintes posts, prestaremos mais informações sobre a capital colombiana( culinária, transportes, pontos interessantes, passeios, etc.).
Alcnol.

Acima da Linha do Equador, pela primeira vez....

Depois de fazer várias viagens internacionais em um curto período de tempo, já pensava em ''sossegar''.
No entanto, há poucas coisas na vida tão ''viciantes'' quanto comer e viajar- em especial quando fazemos as duas coisas juntas...
E, vejam só, o Carnaval estava chegando...
Como não sou muito chegado às Folias de Momo, pensei em fazer pela primeira vez em minha vida algo com que sempre sonhei: ir para um lugar onde não houvesse Carnaval...
Em primeiro lugar, pensei no Peru. Especialmente pela gastronomia.
Faltavam poucos dias para o Feriado, e tentei ver se dava para utilizar mais algumas milhas do programa de fidelidade de uma conhecida companhia aérea. Dava...
Um problema: ela não tinha vôos para Lima...
Tivemos de adiar- por pouco tempo, espero- nossos planos de conhecer a capital peruana- e seus ceviches...
Restou um outro país latino-americano que eu conhecia conhecer há muito tempo: a Colômbia...
Problema: nas maiores livrarias de São Paulo não há nenhum Guia da Colômbia...
Só, vejam que ironia, de Nova Iorque, Londres, Paris, Milão, e outros destinos mais ''badalados'' e frequentados por turistas brasileiros endinheirados...
Teríamos de ir para a Colômbia praticamente ''ás cegas'', salvo por algumas informações obtidas pela Internet. A parte gastronômica, como sempre, foi ''semi-planejada''. Obtivemos informações sobre as sucursais de dois restaurantes PERUANOS famosos, com filiais em Bogotá, e recebemos uma indicação de uma amiga paulistana- que acabou sendo bastante útil...
Nos próximos posts, portanto, mostraremos nosso passeio pela capital da Colômbia: Bogotá. Boa Viagem...
Alcnol.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Patos( ou cisnes?)nas águas do Parque Burle Marx( SP)...


Parque Burle Marx, em São Paulo: enfim um parque de verdade...

É melhor que uma área verde seja reservada para um parque do que para um estacionamento, que fique claro.
Por que dizemos isto?
Porque na cidade de São Paulo há várias espécies de parques. Alguns, tão minúsculos que poderiam ser chamados de praças. Outros, repletos de mudinhas que, quem sabe, crescerão em um período de...uns 20 anos...até lá, os frequentadores que aguentem o forte calor que tem feito na capital paulista neste início de ano...
Certas áreas verdes, como uma na Augusta- proximidades do Shopping Frei Caneca- que poderiam muito bem originar um parque, são disputadas com supermercados, construtoras e escolas.
Outros ''parques'', conforme denunciou um periódico paulistano de circulação nacional, são ''inauguradas'' irregularmente, sem equipamento urbano ou em áreas litigiosas- ocupadas por sem-teto...
Deste modo, até mesmo chegar à meta de 100 parques municipais, promessa da atual Administração Municipal, torna-se uma tarefa hercúlea...
Por isto, qualifiquei este belo Parque Burle Marx, no Morumbi, como um parque ''de verdade''. Está  instalado em uma frondosa área verde, quase às margens do Rio Pinheiros, e sua vegetação é tão rica que até existem 3 ''níveis'' de trilhas: uma mais fácil, uma mediana e outra mais complexa. Não sei, para falar a verdade, que trilha segui- ou se segui apenas uma destas  3 trilhas...
O que sei é que adentrar uma área destas, com trilhas de chão e não de cimento, é uma experiência única. Nestes dias de forte calor, nada melhor do que sentir a brisa embaixo destas árvores- com uma sensação térmica pelo menos 5 graus menor do que a sentida no restante da cidade...
Parques são feitos para isto mesmo: para melhorar nossa qualidade de vida, amenizando os efeitos do Aquecimento Global.
Enquanto não criam a quantidade de parques que precisamos, bem maior do que a atual, desfrutemos um pouco mais os parques que existem- como este Burle Marx- uma prova de que homens e natureza podem conviver harmonicamente de algum modo. Mesmo na cidade que, admitamos, é o maior dos exemplos de degradação do Meio Ambiente...
Alcnol. 

Parque Burle Marx, em São Paulo...

Passeio pelo Parque Burle Marx, na Zona Sul da capital paulista- início...

Como chegar ao Parque Burle Marx, no bairro do Morumbi?
Se você for de carro, basta seguir pela Marginal Pinheiros até a entrada do Panamby.
Se for de ônibus, como eu, pode pegar qualquer ônibus para o Terminal João Dias. Lá, desça e pegue a Avenida Giovanni Gronchi no sentido do Shopping Jardim Sul. Na primeira oportunidade, entre à direita e rume para a Marginal Pinheiros. Ao chegar no final da rua, pegue a esquerda- na direção da mesma entrada do Panamby...
Sinceramente, achei que era mais distante...
Agora que conheço, pretendo retornar ao Parque Burle Marx que, neste e nos próximos posts, vamos mostrar...
Alcnol.

Zona Sul, no último dia 19 de fevereiro, rumo a mais um programa na capital paulista...


Almoço no restaurante ''Rangetsu de Tóquio'', em São Paulo...

Na primeira vez que visitei a casa, limitei-me a pedir este combinado de sushis e sashimis da foto 2. Mais do que suficiente, e com um ótimo ''custo-benefício''.
Ao retornar ao ''Rangetsu de Tóquio''( Avenida Rebouças, um pouco abaixo da Rua Oscar Freire- sentido Marginal Pinheiros), já com o propósito de mostrá-lo aqui, decidi ''incrementar'' um pouco mais o meu pedido: o mesmo combinado de sushis e sashimis que eu pedira anteriormente virou a ''entrada'', enquanto o ''porco negro'' da foto 3( com vários acompanhamentos, incluindo mini-sashimis)tornou-se o ''prato principal''...
Como se vê, uma ''montanha de comida''- com propósitos meramente exemplificativos( para conhecer um pouco melhor o cardápio da casa). E novamente o ''custo-benefício'' mostrou-se muito bom para os ''padrões paulistanos''( paguei bem menos do que em alguns lugares ''estrelados'' daqui).
O ''Rangetsu'' caracteriza-se também pela qualidade de sua comida, e pelo agradabilíssimo ambiente- em que se destaca o jardim interno da foto número 1).
Claro que não dá para compará-lo aos estabelecimentos de comida japonesa mais simplificados, aqueles que servem ''rodízios'' a preços módicos. No que se trata de alimentação, geralmente ''qualidade'' se opõe a ''quantidade''...A ''quantidade'' que se viu nas fotos de cima foi exclusivamente a meu pedido, já que basta um dos dois pratos para satisfazer-nos por completo...
Alcnol.

A paleta de cordeiro do restaurante ''Nonno Ruggero'', no térreo do Shopping Cidade Jardim( SP)...

A casa conta também com um interessante sistema de bufê( de frios e saladas), complementar aos pratos quentes como este...
Reformado, o ''Nonno Ruggero'' agora integra-se perfeitamente à ''mata'' dos arredores- no térreo do Shopping Cidade Jardim...

Chicago, anos 30 do século passado? Não. Moema( SP), início de 2011...

Taí um carro que pode realmente ser chamado de ''possante'', não?

''Toda regra tem sua exceção'': edifício nas proximidades do Shopping Eldorado( SP)...

Veja como nunca pode se achar já ''ter visto de tudo''...
O maior exemplo é este edifício aí, situado na Rua Manduri- arredores do Shopping Eldorado.
Nem de longe eu poderia imaginar um prédio como este, no meio de uma área caracterizada por muito verde e inúmeras casas...
Este é mesmo um exemplo de que ''toda regra tem sua exceção''( em São Paulo, às vezes até mais de uma...).
Alcnol.

Arredores da Doceria ''Bella Banoff'', em Curitiba, na divisa dos bairros Alto da XV e Hugo Lange...

Reparem que Curitiba também tem a sua Rua ''Conselheiro Carrão''...
Este post marca, oficialmente, o final de nossa viagem ao Sul- que teve início em Buenos Aires, Argentina, ainda no último mês de dezembro de 2010.
Voltaremos, doravante, à programação normal deste blog. 
Alcnol.
PS: Mas vejam. O carnaval está aí...Uma nova viagem nos aguarda, para algum lugar na América do Sul... Detalhes em breve, neste mesmo ''bat-espaço''...