quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Voltei...
Toda esta correria do mês de dezembro, véspera de Natal e Ano Novo.
A isto se some uma questão pessoal, que impediu-me de publicar meus posts durante vários dias.
Neste ''vaivém'', que me levou inclusive á cidade de São Paulo, acabamos acumulando mais material ainda- inclusive( e principalmente)material natalino...
Como este é um material ''datado''- que perde sua ''validade'' se publicado em outra época do ano- decidimos retornar as publicações( que breve serão interrompidas por outra viagem, esta a passeio)justamente com estas fotos natalinas( de Curitiba e de São Paulo).
E sem muita ''conversa fiada''- ao contrário deste texto- para agilizar as publicações...
Boas Festas,
Alcnol.
PS: Ainda não será desta vez que realizarei um antigo sonho de passar o Natal em algum lugar BEM gelado...
Teremos de nos contentar com as ''réplicas'' de bonecos em meio à ''neve'' de sempre...Em cidades com temperaturas, nesta época, acima de 30 graus Celsius...
Mas a gente chega lá...
domingo, 9 de dezembro de 2012
Bosque do Fazendinha( continuação)...
Gostaram ?
Estamos percorrendo não um daqueles ''parques urbanizados'' de outros grandes centros, com pouquíssimas ''mudas'', e sim uma área verde que, em certos pontos, assemelha-se verdadeiramente a uma ''floresta''...
Este é um dos diferenciais de Curitiba: uma cidade que possui muitas áreas com vegetação, e que só precisa cercar e dotar estas áreas de um mínimo equipamento urbano para transformá-las em praças, bosques ou parques...
O Meio Ambiente não se difere do resto neste quesito: é bem mais fácil reformar/melhorar do que começar do zero...
No lado externo, algumas coisas que diferenciam este Bosque do Fazendinha de alguns similares curitibanos.
A começar pela vizinhança: ao contrário das ''mansões'' que circundam os ''badalados'' Parques Tingüi e Barigüi, deparamos com construções bem mais modestas ao redor do Bosque...
O único ''problema'' que encontramos ali guarda algo em comum com o que usualmente deparamos em outras regiões da cidade: uma escola mal-pintada, e ainda por cima pichada.
Acho que entendemos mal aquela estória da ''tolerância zero'' aplicada na segurança de Nova Iorque. Mais do que a simples punição, trata-se de evitar os crimes desde a raiz. A população não respeita e nem conserva lugares que tenham janelas quebradas, ou estejam sujos ou pichados.
A prevenção de ''pequenos delitos'' como estes ajuda a evitar os maiores crimes.
A conservação de equipamentos públicos está ligada à segurança, se compreendermos estes problemas em sentido amplo.
E segurança está ligada a policiamento constante, ostensivo, permanente, que, infelizmente, só vemos nesta cidade em ''ocasiões especiais'' como jogos de futebol e festejos natalinos...
Claro que estamos tratando destes problemas de passagem. Que isto não tire as agradabilíssimas impressões que tivemos durante este passeio pelo Bosque do Fazendinha. A longa jornada está chegando a seu final. A conclusão: valeu a pena cada metro que percorremos para chegar até ali. E olha que foram muitos ( quilô)metros...
Alcnol.
Bosque do Fazendinha( Curitiba), enfim...
Perto ? Longe ?
Para chegar ao Fazendinha, dispensando o uso de automóveis, você pode pegar o Expresso Centenário-Campo Comprido até este último Terminal. Depois, creio eu, o Interbairros IV( sentido Terminal do Fazendinha).
Graças à minha curiosidade, esta última viagem terminou na Vila Sandra- onde passeamos por um bosque também.
De lá ao bairro do Fazendinha levamos de 40 a 50 minutos, passando pela Cidade Industrial. Um percurso que de ônibus levaria no máximo 5/10 minutos...
O que vimos ao final- as fotos do Bosque do Fazendinha que ilustram este post- justifica todo este passeio, todas estas pequenas ''viagens''.
O lugar é um primor, e merece ser visitado tanto por curitibanos quanto por turistas.
Embora ainda não tenha ganhado um posto da UPS( Unidade Paraná Seguro), como na Vila Sandra, trata-se de um programa bem ''light''- já que o Bosque é frequentado nos finais-de-semana por moradores daquele bairro.
De fato, é bem o contrário: é a ausência de vegetação e de uma programação cultural local que leva ao incremento da violência.
Este bairro do Fazendinha que visitamos tem as duas coisas, como veremos a seguir.
Não adiantaremos impressões, para não tirar toda a ''surpresa'' que nos aguarda.
Com vocês, o Bosque do Fazendinha...
Sem a menor sombra de dúvida, um dos mais belos pontos de toda a capital paranaense.
Alcnol.
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