terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Retorno ao Pilarzinho- continuação...

Proximidades da Universidade Livre do Meio Ambiente.
Ruas Maria Kateiva de Oliveira e Francisco Caron.
Os nomes não dizem nada?
Que tal as fotos?
A sensação que temos é de estar em alguma área rural, no interior do país...
As ruas desertas, esburacadas, repletas de árvores- nada mais distante do conceito que temos de ''cidade''...
Para lembrar-nos que estamos em uma das capitais do Brasil, apenas a imagem do que provavelmente se converterá em mais um condomínio vertical...
E o passeio, acabou?
Longe disto...
No próximo post tem mais...
Alcnol.

Retorno ao Pilarzinho...

Em um mundo cada vez mais interligado e globalizado corremos, paradoxalmente, o risco de uma crescente padronização.
Os condomínios de parecem, bem como os inevitáveis congestionamentos...
Volta e meia, contudo, é possível encontrar alguns ''oásis''. Mesmo em regiões urbanas.
O bairro do Pilarzinho,em Curitiba, é um deles.
Voltamos lá, uma vez mais, atraídos por todos aqueles bosques e matas.
Há uma especulação em torno dos terrenos da região? Certamente. Mas isto não nos interessa. Falo não como um investidor, e possivel morador daquele bairro, e sim como um visitante.
O que me interessa ali, o que aquela área possui de original, único, você verá neste post.
Provas de que não precisamos viajar milhares de quilômetros em busca da beleza e tranquilidade que estão bem aqui ao nosso lado...
Agora, um detalhe: se você não ''curte'' estas coisas, não as descobrirá nem ali- inclusive como morador-  nem em nenhum outro lugar...
Alcnol.

Paradas de ônibus, digo, Estações- Tubo na Avenida Manoel Ribas- Mercês...


Shopping Müller, e o ''Natal das Águas Dançantes''( será que eu li certo???)...


Mudou de lugar, durante o espetáculo natalino? Difícil é conseguir voltar...

Por melhor que seja um lugar bem à frente do palco, no Natal do Palácio Avenida/HSBC, uma hora sentimos uma certa inquietação: como seria assistir aquilo tudo por um outro ângulo?
A multidão, que cedeu facilmente espaço para que nos deslocássemos, é enganosa: à medida em que nos distanciamos do palco, entrando pela Avenida Luís Xavier, torna-se difícil- se não impossível- retornar... 
As pessoas, que abriram espaço para que saíssemos, voltam a se juntar- e as brechas tornam-se cada vez mais estreitas...
Nem tudo está perdido, porém: deste outro ângulo  é possível enxergar melhor o coral de crianças. Dali, também, fotografei as pessoas que assistiam tudo debaixo das marquises das lojas( protegiam-se da chuva...).
A pequena ''escapada'' não deixa de ser também uma ''dica'': talvez seja a hora de ir embora. O espetáculo já está para acabar...
Alcnol.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Vale tudo para assistir o espetáculo de Natal no Palácio Avenida: até ficar debaixo das marquises de lojas...

Também, com o temporal que estava fazendo...

Mais Natal no Palácio Avenida, em Curitiba...

Depois de conseguirmos um lugar privilegiado bem à frente deste que é um dos mais belos espetáculos natalinos de todo o país, pode parecer que está tudo bem.
Sem som, as fotos dão a impressão de algo tranquilo, sem problemas.
Mas fotos, como quase sempre, são bem enganosas...
No meio das coloridas fotos do espetáculo no alto do Palácio Avenida, é possível achar uma imagem significativa: a multidão assistia tudo debaixo de guarda-chuvas...
Este blogueiro tentava equilibrar um pesado guarda-chuva em uma das mãos, naturalmente bastante dolorida durante esta hora de shows, e uma máquina fotográfica em outra. E sem a menor possilidade de ''falhas'': uma queda, por minima que seja, e tudo estaria perdido. A rua estava molhada, e pequenos ''riachos'' passavam por entre os pés dos espectadores...
No palco, um outro drama- silencioso- se desenrolava: o apresentador fazia de tudo para mostrar que tudo estava bem, apesar das poças de água nas escadas que, corajosamente, algumas dançarinas insistiam em desafiar...
Um espetáculo é feito de tudo isto: da abnegação daqueles que desafiam todas as circunstâncias para mostrar a sua arte, àqueles que, sedentos de beleza, desafiam as mesmas circunstâncias- não muito diferentes, afinal, daquelas que vivem cotidianamente em suas sofridas existências...
Sem a junção daqueles que querem oferecer algo, e daqueles que querem usufruir esta mesma coisa, um espetáculo como este não seria possível...
Debaixo de guarda-chuvas, das marquises dos edifícios, de capas de chuva, desabrigados, a multidão deu seguidas provas de que ''não arredaria dali por nada''.
Tanta determinação foi plenamente recompensada...
A ponto de não sabermos quem ''ganhou'' mais: artistas ou plateia...
Arrisco um palpite: todos...
Alcnol.