terça-feira, 2 de outubro de 2007

Lei da Atração

Querer algo de modo muito forte é uma das melhores formas de perder alguma coisa. Ficamos nervosos, ansiosos, nada parece dar certo. O ideal, sabemos, seria manter uma atitude de certa distância com o objeto de nosso desejo. Não ficar declarando o tempo todo ''preciso desta coisa'', o que, ao revés, nos coloca em atitude de CARÊNCIA, de alguém que fica eternamente a desejar coisas, sem obtê-las. Aqueles que, de fato, tem aquilo que desejamos, parecem ter um ato meio ''blasé'', desligado. Até meio descontente. Não conseguem entender por que há tanto ''frissom'' em torno de um mero objeto. Até mesmo parecem já estar à procura de um outro brinquedinho... O mundo não foi feito para dar a todas as pessoas tudo o que elas querem. Nem para negar a elas todos os seus desejos. Não teríamos condições de dar um carro a cada um dos seis bilhóes de habitantes do planeta, apesar dos planos chineses. Com os carros que temos, já estamos causando mal suficiente para afetar várias gerações. Mas há uma certa lógica no proceder do mundo. SEJA O QUE FOR que queiramos, e sustentemos de modo coerente e permanente, tende a se realizar no plano fático. Agora, às vezes a vida nos mostra que o que queremos não é um objeto material, e sim uma mera sensação de plenitude, liberdade, felicidade. E isto não custa nada... Todos achamos necessitar de algo para a nossa felicidade. Mas, eis o que descobri depois de muitas leituras, é a nossa felicidade/plenitude que nos coloca em condições de alcançar os nossos mais caros projetos. Ninguém gosta, com razão, de pessoas infelizes, solitárias, ''reclamonas''. E, para atingir este simples estado de felicidade tão importante como imã dos nossos mais caros desejos, o ''segredo'' é que basta declarar. Quando dizemos, e repetimos com constância acreditando no que estamos dizendo, ''ah, como eu estou me sentindo bem'', ''que legal este dia!'', ''me sinto cada vez mais feliz'', nos colocamos em um estado mais alto, e mais próximo do que almejamos... Do contrário, citem alguma pessoa infeliz que tenha alcançado os seus sonhos...

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Polícia X Bandidos

Até os atentados do PCC em São Paulo do ano passado, nunca havia passado pela minha cabeça pensar sobre a importância do trabalho policial. Foi naquele momento, vendo pessoas anônimas sendo assassinadas por serem da polícia, e por estarem fazendo o seu serviço, que eu pude me dar conta de que, por mais que todas as nossas instituições estejam infiltradas e corrompidas em um nível muito maior do que o desejável, há uma em especial sem a qual nos entregaremos todos ao arbítrio e á barbárie. No último fim-de-semana estive no Rio de Janeiro. E é interessante ver como, para muitos cariocas, a polícia ''é corrupta'', ''assassina'', etc. Existem muitos maus policiais, de fato. E muitos mais na polícia carioca. Porém, e esta é a importância de filmes como o ''Tropa de Elite'' (tristemente qualificado por um jornalista da Folha de São Paulo como ''fascista''), e esta mesma instituição que representa um dique sem o qual a bela cidade do Rio de Janeiro estaria totalmente entregue a bandidos e traficantes que não só matam mas matam e mutilam pessoas ao seu arbítrio. Seria isto preferível? Sim, desde o ano passado eu faço questão de CUMPRIMENTAR TODOS OS POLICIAIS que vejo. Pelo que eles representam. Não sei distinguir pelo olhar quem é ''bom'' e quem não é. Logo, opto por dar um VOTO DE CONFIANÇA a estes anônimos servidores públicos que estão na linha de fogo. Bem como a todos que, nos quartéis como nos Tribunais, nas repartições, nas ruas como lixeiros e guardas de trânsito, apesar dos salários miseráveis e de todo o desestímulo que sofrem nas mãos de políticos incompetentes, optam por CUMPRIR O SEU DEVER. A todos os que, mesmo ganhando uma miséria, decidem devolver fortunas em dólares que acham nas ruas. São estas pessoas que nos impedem de dizer, em definitivo, ''é este país não tem jeito''. TEM JEITO, e são estes anônimos seres que estão nos indicando o caminho. Em resumo: ruim com a Polícia que temos, PIOR SEM ELA!